Há pessoas que necessitam de remédios controlados para manterem suas saúdes sãs, há outras que, por um momento da vida, precisam tomar medicação controlada para tratar algum tipo de transtorno mental. Se não está no grupo, muito bem, porém nunca é demais saber algumas informações sobre esses remédios que possuem aquelas tarjas, que não chegam a ser assustadoras, mas causam um certo receio por não entendermos direito a diferença entre a Tarjas Preta e Vermelha.
Depressão, como alguns apelidam “Doença do Século”, Bipolaridade, Transtornos de Ansiedade, são doenças que possuem em seu tratamento, remédios com prescrição médica e venda controlada, devido ao seu alto grau de substâncias químicas. Além de todo o processo de composição, esses remédios, antes de irem para as vendas, são avaliados por algum órgão governamental, sendo, no Brasil a “ Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde” a responsabilidade total por essa análise e comércio. È a Secretaria que analisa quais são as substancias contidas nos remédios, quais os efeitos benéficos e colaterais que uma pessoa pode ter, e separam os medicamentos em não tarjados, tarja preta e tarja vermelha.
Os “Não Tarjados” são aqueles sem prescrição médica, vendidos normalmente nas drogarias, porém comprar remédios e tomá-lo por conta é um costume feio do brasileiro, pois segundo médicos, o grande abuso deles também pode causar efeitos indesejados ao invés de cortar determinado mal estar no corpo e/ou cabeça.
Remédios “Tarja Preta” são indicados para tratamentos depressivos, psicoses e ansiedades. Incluem-se nessa faixa os antidepressivos, ansiolíticos entre outros. Necessitam de controle por ativarem o sistema nervoso central, que é a parte do cérebro que controla todos os nossos sentidos, logo seu abuso pode causar morte e problemas para farmacêuticos que não dão baixa em um livro da venda.
Já os remédios “Tarja Vermelha” são indicados para alguns tratamentos depressivos, dependendo da gravidade, são mais “moderados” que os “Tarja Preta” e também necessitam de receita médica, pois possuem efeitos colaterais graves, quando não há cuidado, mas as receitas desses remédios não ficam retidas nas farmácias, como no caso anterior.
Ainda existe preconceito para quem toma esses tipos de remédios.É um pensamento arcaico que precisa ser mudado, pois muitos são os livros e pessoas em tratamento de doenças mentais que tem testemunhado os benefícios que estes podem trazer, quandoutilizados com prudência.